Como se preparar para a segunda fase da OAB, pode ser um ponto fundamental para garantir a sua aprovação no Exame de Ordem Unificado, a superação deste obstáculo depende de como você está se preparando.

Estudar para a segunda fase não é tarefa fácil. Requer esforço e dedicação. Ademais, você certamente vai necessitar de muita orientação e apoio.

Com o intuito de ajudá-Io, elaboramos estes 10 passos com base em experiências, e nossa experiência e nos exemplos observados ao longo do tempo na dedicação ao tema.

Ressalte-se que os modelos aqui apresentados são meramente exemplificativos. Como o Direito é uma ciência ampla, impossível seria determinar a forma e o valor das peças.

Cada profissional tem estilo próprio de se expressar, e exigir que você elabore sua peça seguindo rigorosamente a forma adotada no modelo acabaria por prejudicá-lo. Tenha em mente que, independentemente da peça solicitada na prova da segunda fasedo exame da OAB, você deve manter a calma e a serenidade, ler com atenção e entender o conteúdo do problema apresentado, identificar a peça e só então começar a elaborá-la.

imagem 2 do post como se preparar para a segunda fase da oabConsiderando que a Ordem permite a utilização de material de consulta, adquira com antecedência os livros necessários para estar familiarizado com eles no dia da prova. Não use livros emprestados de última hora. É importante ler e conhecer bem todo o material de apoio para que na realização do exame, por que ele serve apenas de amparo e de sustentação.

Atenção – Nenhum livro ou código poderá ter anotações ou comentários nem do autor nem do aluno. O que tem sido aceito são marcações com clipes.

Desde o início de seu estudo, comece a preparar esquemas que facilitem a elaboração de cada peça. Saiba desde logo o que cada peça deverá conter. Durante o estudo, tente cada vez mais elaborar as peças sem consultar um modelo.

Analogicamente, aplica-se o mesmo princípio aos esforços intelectuais: organização com método e treino.

Elabore ao menos uma de cada peça apresentada. Não adianta fazer dez peças de um mesmo tipo – contestação ou reclamação trabalhista, por exemplo – e nenhum de outro. Cheque com atenção as anotações que serão feitas por ocasião da correção. Refazer a peça é a melhor maneira de aprimorá-Ia e não cometer o mesmo erro novamente.

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